A Galeria do Porto de Maputo acolhe, no próximo dia 24 de junho, pelas 17h45, o lançamento do livro “Infovula – Do Pauperismo Semântico à Qualidade da Informação da Televisão em Moçambique”, uma obra da autoria dos académicos e investigadores Sérgio Jeremias Langa e Joana Machuza Matenga.

 

A publicação propõe uma reflexão crítica sobre os processos de produção, circulação e qualidade da informação televisiva em Moçambique, analisando os desafios que se colocam ao jornalismo e aos meios de comunicação no contexto contemporâneo. Através de uma abordagem académica e investigativa, os autores exploram questões ligadas ao empobrecimento semântico do discurso mediático e à necessidade de fortalecimento dos padrões de qualidade da informação veiculada pelas televisões moçambicanas.

 

O evento de lançamento contará com a apresentação e comentários dos académicos Régio Conrado e Ernesto Nhanale, duas referências do meio universitário e da investigação em comunicação social, que irão partilhar as suas análises sobre os principais contributos da obra para o debate sobre os media e a qualidade da informação no país.

 

A obra surge num momento em que as discussões sobre ética, rigor informativo, literacia mediática e responsabilidade dos meios de comunicação ganham crescente relevância, constituindo-se como um importante contributo para estudantes, investigadores, profissionais da comunicação e todos os interessados na compreensão do ecossistema mediático moçambicano.

 

Mais do que uma análise académica, “Infovula – Do Pauperismo Semântico à Qualidade da Informação da Televisão em Moçambique” apresenta-se como um convite à reflexão sobre o papel da televisão na construção do conhecimento, da cidadania e da opinião pública, trazendo ao debate questões fundamentais para o fortalecimento da comunicação social e da democracia em Moçambique.

 

O lançamento é aberto ao público e promete reunir académicos, jornalistas, estudantes, profissionais dos media e amantes da literatura científica, num momento de partilha de conhecimento e valorização da produção intelectual moçambicana.

 

Por: Gil Gune

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